Hoje, as estrelas que vamos conhecer são cepas clássicas da Austrália e da Espanha:
Sirah(Shiraz)

Por muito tempo acreditou-se Syrah fosse uma cepa de origem persa, mas essa lenda desabou quando seu genoma revelou, entre seus ascendentes, a Mondeuse, uma cepa da Savoie. De fraco rendimento, sobre terroirs adequados e privilegiados, essa cepa dá origem a vinhos de grande classe.
Seus principais terroirs: A Syrah é, antes de tudo, uma cepa do vale do Rhône que dá prestígio a grandes vinhos. Entretanto é cultivada em vários lugares no mundo e sobretudo na Austrália, sob o nome de Shiraz, onde dá bons resultados.
Caracteríticas: A Syrah permite elaborar um vinho negro, apimentado, estruturado, com aroma de violeta. É utilizada sozinha em alguns grandes vinhos da Costa do Rhône setentrionais. Mas também é empregada para melhorar vinhos de países mediterrâneos, aos quais leva suas características condimentadas.
Tempranillo(Aragonez)

A Tempranillo é considerada a mais nobre das cepas espanholas. Deve seu nome a sua maturação precoce (temprano significa “cedo”)
Principais terroirs: A Tempranillo está presente principalmente na Espanha onde se tornou a primeira das cepas tintas. Só existe em quantidade limitada em outras partes do mundo: Portugal e Argentina são os únicos países a cultivá-la em superfícies importantes.
Características: É cepa-chave dos grandes vinhos espanhóis Rioja e Ribera del Duero, potentes e harmoniosos. Em Portugal, chama Tinta Roriz ou Aragonês , faz parte das cinco cepas recomendadas para a produção do Porto tinto.
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